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A Doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência no mundo. Trata-se de uma condição neurológica progressiva que afeta a memória, o raciocínio, a linguagem, o comportamento e a capacidade de realizar atividades do dia a dia.
Receber o diagnóstico de Alzheimer pode gerar muitas dúvidas e preocupações, tanto para a pessoa diagnosticada quanto para seus familiares. No entanto, compreender a doença é um passo fundamental para garantir um cuidado mais humanizado, seguro e acolhedor.
Embora atualmente não exista cura para o Alzheimer, existem tratamentos e estratégias que podem ajudar a controlar sintomas, preservar a autonomia por mais tempo e melhorar a qualidade de vida.
Neste curso, você aprenderá o que é a Doença de Alzheimer, como ela se desenvolve, seus sintomas, formas de tratamento e os cuidados necessários em cada etapa da doença.
O cérebro é o centro de comando do corpo humano.
Ele é responsável por funções como:
Bilhões de neurônios trabalham juntos para processar informações e permitir que realizemos atividades simples e complexas.
Quando ocorre o Alzheimer, algumas dessas células cerebrais começam a sofrer danos e morrer progressivamente.
A Doença de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva.
Isso significa que ela provoca danos graduais às células cerebrais ao longo do tempo.
Esses danos afetam principalmente áreas relacionadas à memória e ao raciocínio, mas com a evolução da doença outras funções também podem ser comprometidas.
O Alzheimer não faz parte do envelhecimento normal.
Embora seja mais comum em idosos, ele é uma doença e deve ser diagnosticado e acompanhado por profissionais de saúde.
Pesquisadores identificaram alterações características no cérebro das pessoas com Alzheimer.
Entre elas estão:
São acúmulos anormais de proteínas entre os neurônios.
Essas placas dificultam a comunicação entre as células cerebrais.
Ocorrem dentro dos neurônios e prejudicam seu funcionamento.
Com o tempo, esses danos contribuem para a morte das células cerebrais.
À medida que a doença progride, algumas regiões do cérebro podem diminuir de tamanho.
Isso impacta diretamente diversas funções cognitivas.
Alguns fatores podem aumentar a probabilidade de desenvolver Alzheimer.
O risco aumenta significativamente após os 65 anos.
Ter parentes próximos com Alzheimer pode aumentar o risco.
Condições como hipertensão, diabetes e colesterol elevado podem contribuir para o desenvolvimento da doença.
A falta de atividade física está associada a maior risco de declínio cognitivo.
Manter o cérebro ativo pode contribuir para a saúde cerebral ao longo da vida.
Os sintomas costumam surgir lentamente.
Inicialmente, podem ser confundidos com esquecimentos comuns do envelhecimento.
Entre os sinais mais frequentes estão:
Com o passar do tempo, os sintomas tornam-se mais evidentes.
Nesta fase, a pessoa geralmente mantém boa parte da sua independência.
Podem ocorrer:
Os sintomas tornam-se mais perceptíveis.
Podem surgir:
Nesta etapa, a dependência é maior.
Podem ocorrer:
O diagnóstico envolve avaliação médica detalhada.
Podem ser utilizados:
Avaliação dos sintomas e histórico de saúde.
Exercícios que analisam memória, atenção, linguagem e raciocínio.
Ajudam a descartar outras causas para os sintomas.
Podem incluir: